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DGARTES reabre adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea

A partir de hoje, 19 de janeiro, está reaberto o período de adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), para entidades proprietárias e/ou gestoras de equipamentos culturais, sediadas em território nacional, que promovam atividades de valorização e dinamização da arte contemporânea.

A adesão à RPAC é voluntária e aplica-se a entidades que assegurem um acesso público regular, que promovam uma programação cultural própria e que disponham de um orçamento de funcionamento e de condições técnicas necessárias para a produção de exposições e salvaguarda do património, próprio ou em depósito. As entidades deverão, ainda, entre outros requisitos, assegurar que a sua atividade principal não é de natureza lucrativa e dispor de um regulamento interno e enquadramento orgânico adequado à sua tipologia, dimensão, capacidade técnica e estratégia programática.

Os pedidos de adesão deverão ser efetuados através de formulário próprio, disponível no Balcão Artes.

Atualmente, a RPAC integra 58 entidades que dinamizam 66 espaços de arte, dedicados à fruição e criação artística no domínio da arte contemporânea, distribuídos por 36 concelhos em Portugal continental e regiões autónomas, incluindo 6 no Alentejo, 3 no Algarve, 16 na Área Metropolitana de Lisboa, 14 na Região Centro, 24 no Norte (com 14 na Área Metropolitana do Porto), 2 na Região Autónoma da Madeira e 1 na Região Autónoma dos Açores.

Sobre a RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea:
A RPAC tem como finalidade constituir uma plataforma de referência na dinamização da arte contemporânea portuguesa que congregue, apoie e operacionalize a interação entre as diferentes instituições de arte contemporânea dispersas no território nacional, potenciando sinergias e reforçando a divulgação nacional e internacional dos artistas e criadores portugueses e, ainda, das diferentes coleções públicas e privadas existentes no país.

Este inédito programa da DGARTES pretende, ainda, promover a descentralização e desconcentração territorial, e um mais amplo acesso às artes, bem como objetivos de responsabilidade social, cultural e artística, através da aproximação dos cidadãos à arte contemporânea, na capacitação e formação das equipas e na profissionalização dos espaços, na multidisciplinariedade, na multiculturalidade, nas acessibilidades e na promoção da internacionalização.

Mais informação em rpac.pt

 

Fonte: DGARTES

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