RITA ONOFRE LANÇA NOVO SINGLE “NÃO MEREÇO”

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Rita Onofre inaugura uma nova era de lançamentos com a apresentação de “não mereço”, canção que chega agora às plataformas digitais.

não mereço” é uma canção que explora sonoridades pop e indie, um assumir da artista da aglutinação destes dois territórios sonoros num tema que fica no ouvido após a primeira audição e promete tornar-se naquelas canções obrigatórias de ouvir nos indolentes mas eufóricos dias de verão que se aproximam.

A canção embebe admitidamente de um universo “y2k”, a pop reminiscente dos anos 2000, coreografada e harmónica, uma sonoridade bem familiar para Rita Onofre, uma homenagem à música que ouvia ao crescer.

Ao lado do produtor NED FLANGER, em “não mereço” a artista explora o auto-tune e as palavras transparentes para ilustrar um acto de amor próprio. “Há que saber largar para continuar a engrandecer”, refere Rita Onofre sobre a inspiração de composição e da criação da letra.

A partir de hoje o novo single de Rita Onofre chega a todas as plataformas digitais e conta com o lançamento de um visualizer gravado em casa com camcorders recolhidas entre amigos, por Vasco Souto e João Viana.

Este é o tema que segue à sua passagem pelo Festival da Canção no início de 2024 com a canção “Criatura”, que chegou à final do festival.

 

 

Rita Onofre é o nome da artista e compositora de 27 anos, nascida em Oeiras, para quem uma vida a fazer música foi uma certeza desde cedo. Pegou na guitarra aos 10 anos por influência do pai que descodificou a guitarra intuitivamente. Aos 12 começa a escrever as primeiras canções e a ter formação em guitarra com o professor e cantautor Ricardo Reis Pinto. Aos 15 anos ingressa no curso profissional de Produção e Tecnologias da Música da Escola Profissional de Imagem da ETIC, terminando com um estágio nos estúdios Groove Farm em Roma, Itália. Tem as primeiras aulas de voz com Joana Espadinha, onde abre horizontes e percebe que é na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas que deve continuar o seu caminho. Encontra inspiração e novos horizontes no curso de Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que termina em Janeiro de 2020.

Aos 16 anos começou com SEASE, banda de indie pop com Choro e Gonçalo Vasconcelos com quem pisou os primeiros palcos e entrou na rádio nacional underground (Vodafone, Antena 3, Oxigénio, TSF). Foi durante a pandemia que começou a editar em nome próprio canções em português. “Haja Sempre” (2020) foi o primeiro single seguido de outros que foram integrados em duas colectâneas: “Ao Pé de Mim” nos Inéditos Vodafone 2020 e “À Porta” nos Novos Talentos Fnac 2021. A boa receptividade e o apoio das rádios nacionais (Antena 3, Vodafone FM, Oxigénio, TSF, Renascença, entre outras), foram parte da motivação para lançar o primeiro curta duração, o EP “Raiz” em 2021.

A estreia no formato de longa duração foi em fevereiro de 2023 com “hipersensível”. São dez canções hipersensíveis, da lírica aos arranjos, das vozes às confissões. “Perdoei” e “Rancor” foram os singles escolhidos.

O álbum “Hipersensível”, foi antecedido por um ano de colaborações: em 2022 editou “Sonhar”, a canção em dueto com cantora Elisa Rodrigues; “Se Tenho Tempo” em colaboração com Yanagui; participou no “Volume I”, álbum de estreia do colectivo Avalanche onde se pode ouvir “Neblina” (com Sara Cruz e Luar); e editou “CORPO” (com Choro e NED FLANGER).

Tudo foi o ponto de partida para passagens ao vivo pelo Musicbox, Casa da Música, NOS ALIVE 2023, Plano B, Teatro Miguel Franco (Leiria).

Em 2024 começa o ano em grande ao participar no Festival da Canção e qualificando-se para a final do concurso onde apresentou o seu single “Criatura”, canção que introduz uma nova fase na vida artística de Rita Onofre.

Rita Onofre. Fotografia de Guilherme Cabral.

Fonte: ricardorodrigues.press

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