Numa Europa conservadora, com um renascimento ainda atrasado, atormentada por guerras, pela peste e pela fome, Tristano Martinelli “reivindica o primeiro Arlequim, o autêntico. A sua criação representa uma juventude abandonada à sua sorte. Uma juventude que tem que reinventar-se para sobreviver. Uma juventude viciada pela imagem e pela superficialidade. O Arlequim de Martinelli não é um Arlequim piegas e adocicado pela pastelaria cortesã, nem um boneco de caixa de música, nem um criado mascarado desprovido da dor que acompanha a miséria. Este Arlequim é um pobre diabo que vem do inferno, que conheceu a fome e a miséria, e que agora quer rir…”
Ficha técnica:
Autoria de Felipe Cabezas; encenação, a partir da encenação original de Berty Tovias, de Filipe Crawford; interpretação e adaptação de Filipe Crawford.
12 € – preço normal (ver descontos aplicáveis)



