Um pai e o seu filho atravessam uma floresta.
Não se sabe de onde vêm, nem exatamente para onde vão — apenas que o caminho é longo, feito de silêncios, de gestos que se repetem, de palavras que não chegam a formar diálogo. O corpo fala antes da voz, e o amor, entre o terno e o exausto, transforma-se num território de dúvida.
Devido à greve geral, a estreia foi adiada para dia 12, havendo sessão extra a dia 15, segunda-feira às
Ficha técnica:
Texto de Hélio Sussekind; encenação de Camilo Bevilacqua; com Daniel Martinho e Danilo da Matta.



