Artigo

Johnny Johnson, de Kurt Weill Orq. Sinfónica Portuguesa

Uma sátira mordaz envolta em melodia e loucura, Johnny Johnson expõe o absurdo da guerra através do riso, da desilusão e de um profundo anseio pela paz. Estreado em Nova Iorque em 1936, este musical em três atos foi a primeira obra do género americano que Kurt Weill compôs, numa colaboração com o dramaturgo Paul Green, inspirada pela novela O Bom Soldado Švejk, de Jaroslav Hašek. Através da mistura de cenas cantadas e declamadas, ritmos de jazz e paródia a marchas militares, esta partitura de Weill conjuga a espontaneidade da Broadway e a fina ironia europeia.

Sob a direção musical de João Paulo Santos, esta nova produção dá continuidade ao projeto de sublinhar a relevância urgente de Kurt Weill junto do público contemporâneo. Johnny Johnson persiste como um testemunho intemporal de que a consciência, mesmo ridicularizada ou esquecida, pode ainda fazer-se ouvir por entre o clamor da guerra.

Ficha técnica:

João Paulo Santos, direção musical
Conceção cénica – Mário João Alves
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Maestro titular do coro – Giampaolo Vessella
Orquestra Sinfónica Portuguesa

15 € a 35 €

música
18 janeiro 2026
Teatro Tivoli BBVA
Fonte: AgendaLX
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