Artigo

Balas e purpurinas – 70 Anos da Eurovisão Henrique e Nuno Feist

Entre vários palcos que vão do desporto à música, há um que, desde 1956, tem ajudado a decifrar, mudar, vingar, perdoar, picar, alimentar a Europa: o palco da Eurovisão. 

De modo geral, o comum dos mortais vê a Eurovisão como um belíssimo programa de entretenimento musical, um abraço entre povos e culturas. É isso. Mas é muito mais. 

Ainda hoje, passadas sete décadas, a Eurovisão continua a ser alvo de polémicas e leituras políticas. Este ano, o concurso volta a envolver-se em debates que ultrapassam a música, lembrando-nos que este palco reflete também as tensões e esperanças do nosso tempo. 

Entre vitórias marcadas por contextos políticos e momentos em que apenas a melodia, na sua simplicidade e beleza, triunfou, houve ocasiões em que, aparentemente, nada mais importava, e em que a Europa apenas deixava ouvir notas musicais.

Ficha técnica:

Autoria e encenação de Henrique Feist; direção musical de Nuno Feist; com Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Filipa Azevedo.

17 € a 25 € – preço normal (ver descontos aplicáveis)

teatro
3 março a 4 março 2026
ter: 21h; qua: 21h
Teatro Variedades
Fonte: AgendaLX
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