Artigo

As vozes do fado

ESTREIA DO DOCUMENTÁRIO “AS VOZES DO FADO” DE RUBEN ALVES E CHRISTOPHE FONSECA, DIA 3 DE DEZEMBRO NO CINEMA SÃO JORGE

A Imagina Produções apresenta, no contexto das celebrações do Fado Património Imaterial da Humanidade (Unesco), o documentário “As Vozes do Fado”, numa projeção especial organizada pelo Museu do Fado, no Cinema S. Jorge em Lisboa no dia 3 de Dezembro às 19h00.

O filme documentário é realizado por Ruben Alves, o realizador do filme de sucesso, “A Gaiola Dourada”, e Christophe Fonseca realizador do documentário “Amadeo – O Último Segredo da Arte Moderna” que foi este ano apresentado no MOMA pelo Art Institute e que foi distribuído em 130 países. Realizado a duas mãos, “As Vozes do Fado”, que foi co-produzido com a TVI  e contou com o apoio do ICA, do Museu do Fado e da Câmara Municipal de Lisboa, é um filme documentário que não procura dar definições, nem ser uma lição da história do fado. É um filme que vai simplesmente ao encontro do Fado tal qual ele é, percorrendo os diferentes ambientes de Fado, acompanhando de forma espontânea e íntima os principais rostos da atualidade para deixar que, tal como o Fado, emerja a sua história e a sua essência, surgindo casualmente num café, numa conversa, no Museu do Fado, numa falua do Tejo.

Através das ruas da cidade e dos seus lugares simbólicos, o filme deambula assim por entre os muros carregados de histórias e de testemunhos de tantos encontros sempre acompanhados de figuras emblemáticas do género mas também dos simples habitantes da cidade e de outros amadores do fado evocando desta forma a memória das primeiras vezes de cada um, das suas descobertas do mundo do Fado. De Paris a Lisboa, passando por cidades como o Porto, mergulhando nas desgarradas do universo restrito das tertúlias ou entrando nos “coulis” da imponente sala do Grand Rex em Paris, de Carlos do Carmo a um Fado de rua, do Professor Rui Vieira Nery a uma frase solta no balcão, todos têm voz neste filme, que conta o Fado tal qual ele é, sem filtros, é o Fado como ele é.

Os bilhetes para assistir à estreia são limitados e pode ser feita uma inscrição online através do formulário https://goo.gl/NG7TzD .  A partir do dia 28 de Novembro, no limite dos lugares disponíveis serão remetidos os convites electrónicos para levantar na bilheteira uma hora antes do filme.

REALIZAÇÃO:

RUBEN ALVES:

O realizador Luso-Francês depois de corealizar com Hugo Gélin a curta-metragem “À l’abri des Regards Indiscrets”, que foi a curta-metragem na FNAC mais vendida em França em 2001, realiza para a PATHÉE FILMS a longa-metragem A GAIOLA DOURADA. O filme não só bate recordes de bilheteira em Portugal sendo o filme mais visto do ano, como ganhou o prémio do público do FESTIVAL ALPE-D’HUEZ em França e arrecadou o prémio do público nos PRÉMIOS DO CINEMA EUROPEU.

A primeira longa-metragem do realizador foi vista por mais de 2 milhões de espectadores tendo sido nomeada para os CÉSARS como melhor primeiro filme, nomeada para o FESTIVAL DE SÃO PAULO, e para além de conseguir a proeza de ser projetada no MOMA viu os direitos serem comprados para uma adaptação nos Estados Unidos. A GAIOLA DOURADA em apenas um ano esteve presente em vários festivais internacionais como o FESTIVAL DO FILME FRANÇÊS EM CUBA, o FESTIVAL DO FILME DE SOFIA, FESTIVAL DO FILME DE VARSOVIA, o FRENCH CINEPANORAMA de Hong-Kong. O filme teve ainda distribuição em França, Bélgica, Suíça, Israel, Itália, Alemanha, Espanha, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos da América, Brasil e Austrália.

CHRISTOPHE FONSECA:

Christophe Fonseca é um autor-realizador luso-francês na área de cinema, do documentário e grande reportagem. Depois de uma formação em belas artes, estudou jornalismo e cinema em Paris, colaborou com as principais agências de imprensa e sociedades de produção francesas antes de criar em 2007 a Films de l’Odyssée.

Christophe Fonseca realizou e produziu mais de 50 filmes, documentários e grandes reportagens regularmente louvados pela imprensa e recompensados com vários prémios.

Mantém uma grande relação com o país de origem, o que lhe valeu ser condecorado em 2012 pelo Presidente da República de Portugal, pela sua carreira, ao receber a menção honrosa do prémio empreendedorismo inovador na diáspora portuguesa organizado pela Cotec e a Fundação Calouste Gulbenkian.

Foi recentemente nomeado membro permanente do conselho da diáspora portuguesa e em 2015, criou com Ruben Alves e Duarte Neves a Imagina Produções (Portugal), com o objetivo de investir nas indústrias criativas do país e realizar coproduções internacionais para promover a cultura portuguesa além-fronteiras.

 

Fonte: museu do fado

 

 

 

 

PRODUÇÃO:

 

 

 

 

 

 

 

 

IMAGINA PRODUÇÕES:

 

A produtora nasce da vontade do realizador Ruben Alves, do realizador e produtor Christophe Fonseca e do produtor Duarte Neves, com o objetivo de criar sinergias internacionais. A produtora tem um olhar de fora para dentro, e de dentro para fora, para promover a riqueza patrimonial e cultural de Portugal através coproduções internacionais.

 

Como filosofia a produtora acredita em produções múltiplas e complementares que são vistas como um todo, com uma conceção transversal capaz de expandir a amplitude mediática dos projetos a fim de criar e marcar a atualidade.

 

No seu primeiro projeto, a produtora parte de um CD com artistas emblemáticos nacionais e internacionais, faz da capa uma obra artística e um monumento assinado por Vhils, passando por um concerto e terminar num documentário internacional sobre o Fado.

 

A Imagina Produções, entre outros, produziu o documentário “Nelson” realizado por João Pedro Plácido para a SIC que estreou em horário nobre em dois episódios logo após os Jogos Olímpicos. O documentário “Amadeo de Souza Cardoso – o Último Segredo da Arte Moderna” realizado por Christophe Fonseca foi coproduzido com a France Televisions também estreou na RTP em horário nobre e na ante-estreia na Gulbenkian esgotou os 1200 lugares do auditório principal.  O documentário Amadeo de Souza Cardoso foi difundido em 130 países, e entre outros foi apresentado no MOMA em Nova Iorque pelo Art Institute.

 

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