Artigo

A Casa de Vidro

Dois romances que manterão o leitor em suspense da primeira à última linha. Um, escrito ao melhor estilo do gótico britânico; outro ao jeito do policial negro norte-americano. Duas histórias interligadas; lê-se uma, depois vira-se o livro ao contrário e lê-se a outra. O leitor pode começar a ler por onde quiser, na certeza que está a ler o melhor thriller do ano, segundo várias publicações.

A LeYa/ Lua de Papel publica amanhã, dia 9 de abril,  A Casa de Vidro, de Gareth Rubin. Considerado o melhor thriller do ano por publicações como The GuardianObserverThe Daily Express The Daily MirrorA Casa de Vidro é um original tête-bêche: um livro dividido em duas partes impressas em sentidos inversos e com frentes em ambos os lados. A Casa de Vidro oferece-nos duas histórias interligadas, dois romances que nos manterão em suspense da primeira à última linha. Um, escrito ao melhor estilo do gótico britânico; outro ao jeito do policial negro norte-americano. O leitor pode começar por onde quiser, na certeza de que está a ler um livro único e hipnotizante.

Uma das histórias, escrita ao melhor estilo do gótico britânico, leva-nos à Inglaterra dos anos 1880: Na remota Ilha de Ray, um jovem médico, de seu nome Simeon Lee, é chamado a assistir um primo distante, Parson Hawes, que está às portas da morte. Na decrépita mansão envidraçada, o médico percebe que algo de sombrio se passa. O primo alega que está a ser envenenado pela cunhada, que vive presa naquela mesma casa desde que lhe matou o irmão, Oliver. Mas como é que uma mulher presa o pode estar a envenenar? E que segredos esconde o diário de Oliver, um estranho caderno que conta duas histórias diferentes conforme se começa a ler de um lado ou de outro?

A outra história, escrita ao jeito do policial negro norte-americano, passa-se na Califórnia, nos anos 1930Oliver Tooke, filho do Governador do Estado, é encontrado morto. A polícia conclui que é suicídio, mas o seu grande amigo, o jornalista Ken Kourian, não acredita. E ao investigar o mistério descobre que Oliver tinha um irmão há muito desaparecido. E que a mãe dos rapazes, de seu nome Florence, está presa num asilo em Inglaterra. Para desvendar o caso, a única pista que tem é um romance, o último escrito pela vítima. É uma obra estranha, que conta duas histórias diferentes, conforme se começa a ler de um lado ou de outro… E tem como protagonista um médico, de seu nome Simeon Lee.

Segundo várias publicações, A Casa de Vidro é: “Hipnotizante” (The Guardian); “Uma ideia arriscada, mas lindamente executada.” (The Telegraph); “Uma leitura única e profundamente apetecível. Fiquei boquiaberto com o enredo.” (The Express). De acordo com Chris Whitaker, é um livro “Engenhoso”. “De cortar a respiração.” Acrescentou Stuart Turton, autor de As Sete Mortes de Evelyn Harddcastle. Para Janice Hallett, autora de O Apelo, “Mais do que um livro, é uma experiência (…) Vívido, vibrante, belo e melancólico!”

Gareth Rubin deu aulas de Literatura Inglesa na Universidade de St. Andrews. Escreve sobre política social, viagens e artes para diferentes jornais britânicos. Em 2013 realizou um documentário sobre arteterapia no Bethlem Royal Hospital de Londres. A Casa de Vidro é o seu quinto livro.

Traduzido do inglês por Francisco Silva Pereira, o romance A Casa de Vidro, de Gareth Rubin, chega às livrarias numa edição da Lua de Papel com 512 páginas e um PVP de 21,90€.

Fonte: LeYa

 

1223 views
cool good eh love2 cute confused notgood numb disgusting fail

Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. Mais informação

Se não pretender usar cookies, por favor altere as definições do seu browser.

Fechar