Esta segunda parte de A Casa mostra o que acontece quando os cineastas voltam a câmara “para dentro”; não para o mundo em redor, mas para o interior, para a sua própria casa. (…) Quase sempre, em termos de “género”, estes filmes se aproximam do “documentário”, porque afinal de contas o espaço doméstico é uma realidade tão poderosa que repele qualquer ideia de falsificação. Mas o que acontece quando a ficção se instala “em casa”? Cinemateca Portuguesa
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