Em 2023 e 2024, Sofia Dias e Vítor Roriz são Artistas Residentes na Fundação Champalimaud, onde desenvolvem processos de investigação interdisciplinar, em sinergia com investigadores do Champalimaud Center for the Unknown. Durante esta residência surgiu o título para esta peça — ruído —, um conceito que no campo da neurociência adquiriu uma aura de mistério pela sua omnipresença no funcionamento neural e também pela dificuldade em ser explicado. O ruído tanto representa o nada, o irrelevante, o que perturba e polui, como também o caudal de informação significativa que (ainda) não conseguimos apreender.
A propósito da estreia do documentário Mr. Nobody Against Putin, de David Borenstein e Pavel Talankin, realizam-se várias sessões especiais, seguidas ...
O aclamado barítono Oscar Castellino junta-se ao pianista Rodrigo Ayala para um espetáculo que une a grandiosidade da ópera à ...
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