Apesar de muito jovem, Diana Vilarinho conta com um currículo invejável. Presença assídua nas mais emblemáticas casas de fado de Lisboa, o seu percurso é marcado pela vitória na Grande Noite do Fado, em 2008. Após o lançamento do disco homónimo em 2021 e da participação no Festival da Canção no ano passado, a fadista prepara-se para uma nova fase.
Em maio, sobe ao palco do Teatro da Trindade para apresentar o segundo álbum, Uma Carta Escrita. Com produção de André Santos, o novo trabalho inclui composições de Sérgio Godinho, Joana Espadinha, Salvador Sobral e Mimi Froes, bem como poemas de Alexandre O’Neill, Natália Correia ou Maria Teresa Horta. Sobre esta obra, Diana afirma: “este não é um disco de amor. É um disco de revolta e esperança sobre os dias que vivemos. Uma carta ao futuro sobre algumas das inquietações que a humanidade me provoca”.



