Artigo

E a vida continua – Julho na Cinemateca

A Cinemateca Portuguesa reabre as portas com uma programação assente em duas únicas sessões diárias (às 19h e às 22h), parte delas ao ar livre, na esplanada.

O programa divide-se em dois eixos: um conjunto de filmes que estão ligados à ideia de regresso ou reencontro, e também à relação entre o individual e o coletivo; outro que evoca nomes marcantes do cinema, para os quais se perfaz este ano o centenário de nascimento. Aqui, exceção para dois nomes: Saul Bass, criador de genéricos, dos célebres “credit designs” de Spartacus de Kubrick ou West Side Story de Wise/Robbins, e Michel Piccoli, ator que faleceu em plena pandemia e que é recordado no filme, Je Rentre à la Maison, de Manoel de Oliveira. Jean Renoir, Fritz Lang, Jacques Tourneur, Vittorio De Sica, Nicholas Ray e Aki Kaurismäki, cineastas cujas obras aprofundam a relação entre o indivíduo e a comunidade, assinam vários dos filmes exibidos.

Da programação faz ainda parte a homenagem a quatro grandes atores de Hollywood, Gene Tierney, Montgomery Clift, Maureen O’Hara e Walter Matthau; uma evocação a Alberto Sordi, argumentista e realizador italiano e outra a Amália Rodrigues, com o documentário de Bruno de Almeida, A Arte de Amália.

Programação completa aqui

Foto: “West Side Story” (Amor sem Barreiras) de Robert Wise e Jerome Robbins

Fonte Agendalx

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