Em Pirarucu – Filho de peixe, peixe é, Mandí Kaibô tece no corpo vivo do barro, memórias e saberes ancestrais da sua vivência em comunidade e principalmente com a sua avó Joveniana Gomes da Silva, costureira e inventora de mundos imaginários, que lhe ensinou os primeiros e mais preciosos fundamentos de vida. Enquanto se transforma em peixe, entoa um gozo telúrico entre fios de corda e miçangas de barro que, em sua repetição, desmantelam a imposição do esquecimento colonial, fazendo emergir o indizível.
Ficha técnica:
Mandí Kaibô, performance, escultura, criação e direção.



