Uma mulher amarga, uma funcionária pública que se isola da sociedade por se sentir “mais inteligente do que todas as pessoas que a rodeiam” e mais insignificante também. Num monólogo radical, esta anti-heroína reflete sobre a irracionalidade e o paradoxo da liberdade humana.
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Ficha técnica:
A partir do texto original de F. Dostoievski. Criação, adaptação do texto e interpretação de Sara Ribeiro; encenação e dramaturgia de Frederico Barata.



