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Ciclo Jacques Rozier

Ciclo Jacques Rozier

O cineasta francês Jacques Rozier (1926-2023) foi, apesar de uma obra que inclui cerca de 30 longas e curtas-metragens, um nome menos conhecido do cinema contemporâneo. O seu trabalho, que marcou a história do cinema a partir do final de 1950, tem uma importância reconhecida, mas, inexplicavelmente, pouco divulgado. Em 2018, a Cinemateca Portuguesa, no contexto do festival IndieLisboa, deu visibilidade à obra de Jacques Rozier com uma retrospetiva.

Uma nova retrospetiva é apresentada pela Leopardo Filmes, exibindo cinco longas-metragens, em cópias restauradas, e um díptico de curtas-metragens. O programa inclui Adieu Philippine (1962), um dos títulos icónicos da Nouvelle Vague, que espelha o espírito livre e criativo de Rozier. As histórias do cineasta, que são recorrentemente ambientadas em férias ou em viagem, têm quase sempre o mar e a água presentes. Como disse Godard, é um cinema “jovem e belo, como os corpos de vinte anos de que falava Rimbaud”.

Mas, a leveza dos ambientes e das circunstâncias, não escondem a dureza da realidade.

A inspiração veranil de Rozier abre a época balnear, a partir de 3 de julho, no Cinema Nimas.

Sessões e horários aqui

5 € a 8 €

cinema
3 julho a 9 julho 2025
Cinema Nimas
Fotografia: “As Praias de Orouet” de Jacques Rozier© Janus Films
Fonte: AgendaLX
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