Em 2023 e 2024, Sofia Dias e Vítor Roriz são Artistas Residentes na Fundação Champalimaud, onde desenvolvem processos de investigação interdisciplinar, em sinergia com investigadores do Champalimaud Center for the Unknown. Durante esta residência surgiu o título para esta peça — ruído —, um conceito que no campo da neurociência adquiriu uma aura de mistério pela sua omnipresença no funcionamento neural e também pela dificuldade em ser explicado. O ruído tanto representa o nada, o irrelevante, o que perturba e polui, como também o caudal de informação significativa que (ainda) não conseguimos apreender.
O MOTELX, em parceria com a plataforma de streaming FilmTwist (dedicada exclusivamente ao cinema fantástico e de terror), recupera a mística das sessões da ...
Para o olhar teatral, a ópera apresenta frequentemente um défice de verosimilhança, expresso na convenção de que as personagens continuam ...
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. Mais informação
Se não pretender usar cookies, por favor altere as definições do seu browser.