Teremos sempre Michael Curtiz Parte I

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Curtiz nasceu em Budapeste com o nome de Mihály Kertész, com o qual assinou quase todos os cinquenta e oito filmes que realizou antes de emigrar para Hollywood (quarenta na Hungria, dezoito na Áustria), assinando também alguns como Michael Kertész. (…) aos quarenta anos de idade, Curtiz chega a Hollywood, num momento de migração maciça de técnicos, atores e realizadores europeus para a “capital do cinema”. É então que passa a assinar Michael Curtiz, seguindo a regra estabelecida de americanizar o seu nome. Curtiz faria toda a sua carreira americana na Warner Bros., à exceção de quatro filmes no seu período final.(…)

A retrospetiva dedicada a Michael Curtiz pela Cinemateca Portuguesa estender-se-á de fevereiro a junho e compreenderá mais de oitenta filmes, cobrindo meio século de cinema, de 1914 a 1960. Optámos por não apresentar os filmes em ordem cronológica, de modo a variar a oferta e demonstrar que – do início ao fim, de Budapeste a Los Angeles, do mudo ao CinemaScope – o ecletismo, a extravagância e a alta competência foram as características principais de Mihály Kertész/Michael Curtiz. Entre a oportunidade de rever alguns grandes clássicos e a descoberta de obras quase totalmente desconhecidas, uma grande aventura espera os espectadores da Cinemateca, repleta de surpresas. (Cinemateca Portuguesa)

Programa integral aqui

inema
5 fevereiro a 28 fevereiro 2025
Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema
Foto: “Casablanca” de Michael Curtiz
Fonte: AgendaLx

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