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RICKY GARCIA com vitória emotiva e arrasadora em casa na Terceira

Ricardo Garcia viveu um momento de sonho, ao conquistar em casa o seu primeiro título enquanto profissional, na 42.ª edição do Open Pro-Am, que o Clube de Golfe da Ilha Terceira (CGIT) organizou no seu campo, nos Açores.

Uma vitória emotiva, mas também importante, uma vez que o 42.º Open Pro-Am do CGIT é o torneio mais antigo do Timestamp Golf Tour, o circuito nacional de profissionais, sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG) e pela PGA Portugal.

A prova distribuiu 12 mil euros em prémios monetários, o segundo ‘prize-money’ mais elevado da época, depois dos 20 mil euros do Campeonato Nacional de Profissionais.

Ricardo Garcia, que nasceu para a modalidade neste clube – embora resida no continente e represente o Oporto Golf Club, em Espinho –, carimbou a sua melhor volta de sempre enquanto profissional, para impôr-se diante de amigos e familiares e receber o cheque de 2.400 euros, do total de 12 mil euros em jogo entre os 25 participantes.

‘Ricky’, como é carinhosamente chamado, concluiu a última volta em 64 pancadas, 8 abaixo do Par, sem sofrer qualquer bogey, e saltou para a 1.ª posição, com um total de 133 pancadas, 11 abaixo do Par.

O açoriano da Terceira – que estreou-se como profissional há exatamente um ano, neste mesmo torneio –, tinha partido para a última volta no 2.º lugar, com 69 (-3), após um primeiro dia em que só fez 1 bogey. Na frente, a apenas 1 pancadas de distância, tinha o espanhol Thomas Artigas (-4).

Só que, no segundo dia, o jogador de Alicante e antiga estrela da University of New Orleans, nos Estados Unidos da América, antes de passar a profissional no final da época transata, não conseguiu melhor do que 73 (+1). Custaram-lhe caro os 2 bogeys nos dois últimos buracos, e tombou para o 4.º lugar (-3), que rendeu-lhe 960 euros.

O 2.º lugar e o estatuto de vice-campeão foi partilhado por outros dois portugueses: Vasco Alves (71+69), também do Oporto Golf Club, e Francisco Costa Matos (70+70), açoriano de São Miguel, ambos com 140 pancadas, 4 abaixo do Par. Cada um embolsou 1.380 euros.

O campeão do ano passado, Pedro Lencart (72+72), partilhou o 5.º lugar com outro antigo vencedor da prova, Hugo Santos (77+67), ambos com 144 (Par). Cada um recebeu 810 euros.

O açoriano da Terceira, Paulo Barcelos foi o melhor amador, no 7.º lugar, com 145 (71+74), +1. 

«É um orgulho ganhar em casa, com toda a gente que viu-me crescer, desde que comecei a jogar aos 8 anos. Aliás, agradeço todo o apoio que deram-me hoje», disse ‘Ricky’, que, como amador, foi vice-campeão da Taça FPG/BPI (um dos ‘Majors’ amadores da FPG) e campeão nacional de clubes, ao serviço do Oporto Golf Club.

O seu resultado final de -11 é o melhor na prova desde o triunfo de Tiago Cruz em 2016 com -13.

Ricardo Garcia é o quarto vencedor distinto do Timestamp Golf Tour de 2025, depois de Tomas Melo Gouveia ter ganho o Montebelo Golf Classic em Viseu, de Daniel da Costa Rodrigues ter-se imposto no VI Solverde Players Championship em Espinho, e de Tomás Bessa ter brilhado no Campeonato Nacional de Profissionais em Troia.

O próximo torneio do circuito nacional de profissionais da FPG e da PGA Portugal será o Lisbon Masters, no Lisbon Sports Club (concelho de Sintra), de 23 a 25 de outubro, com 10 mil euros em prémios monetários.

Texto:  Hugo Ribeiro / PGA Portugal

Assinatura de fotografia: Tiago Gonçalves/CN Sports.

Fotografia: 1 – Ricardo Garcia, o campeão, recebe o cheque de Michael Duarte, profissional do CGIT. 2 – Ricardo Garcia a jogar.Anexos: Texto, fotografias, resultados finais.

 

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