Mandakí mergulha nas camadas da transmasculinidade e das não-binariedades, deixando que som, poesia e movimento revelem identidades que escapam às categorias fixas. Entre tensão e delicadeza, o público é convidado a entrar num lugar onde as perguntas não exigem respostas, mas presença: o que acontece quando a presa prova do veneno do predador? Por onde caminha um corpo com barba e vulva?



