Um espetáculo “comprometido com a solidariedade, o pensamento crítico e a emancipação dos trabalhadores, que interpela a injustiça e o capitalismo e pugna pela formação de uma consciência coletiva”. É desta forma que o Teatro Meia Volta E Depois À Esquerda Quando Eu Disser apresenta Empregos Modernos, um texto original escrito por Chris Thorpe a convite da companhia dirigida por Anabela Almeida, Cláudia Gaiolas, Sara Duarte e Alfredo Martins, que assina a encenação.
O projeto nasceu de um ciclo de conversas intitulado Libertar o trabalho, libertarmo-nos do trabalho, programado pelo sociólogo José Soeiro, decorrido na Casa do Comum no início do ano passado, e que versou essencialmente sobre o modo como, num tempo de “aceleração social” e de transformações profundas no mundo do trabalho, o próprio conceito se vem transformando mediante as “formas contemporâneas que este assume”. No espetáculo, assumido como tributário da herança brechtiana, “um coro de trabalhadores partilha a sua rotina laboral, na qual se cruzam tensões, angústias e sonhos”. FB
Sessão c/ audiodescrição a 21 fevereiro; c/ Língua Gestual Portuguesa a 22 fevereiro
Legendas em português em todas as sessões. (legendas em inglês mediante solicitação para bilheteira@teatrosaoluiz.pt)
Espetáculo abrangido pelo Passe Cultura – disponível apenas na bilheteira do Teatro São Luiz.
Ficha técnica:
teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser. Texto de Chris Thorpe; direção de Alfredo Martins; criação e interpretação de Anabela Almeida, Cláudia Gaiolas, Duarte Guimarães e Sara Duarte.
12 € a 15 € – preço normal (ver descontos aplicáveis)



