Artigo

Deitemos Água Pouca em Muito Fogo | A Barraca

Em Deitemos Água Pouca em Muito Fogo A Barraca aborda uma parte da obra do poeta que ainda não tinha trabalhado, estimulando o público a amar o poeta, sabendo porquê através do cruzamento da sua obra com o que por ela sentem os poetas nossos contemporâneos.  

É nos poemas líricos, nas Canções e sobretudo nos Sonetos – forma lírica de maior prestígio, cultivada por Dante e Petrarca, em que todo o grande poeta tinha de se por à prova – que o nosso poeta fala de si, tal como fizeram Ovídio e outros poetas latinos. Escolhemos excertos da Canção X como hipotética moldura de vida do poeta. História de vida talvez muitas vezes inventada, e que a curiosidade, os séculos e o silêncio da História transformaram em realidade. Amor vivido/amor inventado, sempre mais verdade que mentira, mas também ele tão verdadeiro quanto a poesia pode ser.  

Récitas a 9 e 10 de janeiro; 13 e 14 de fevereiro; e 4 de março, às 21h30

Ficha técnica:

A Barraca. Criação e dramaturgia de Maria do Céu Guerra; composição e interpretação musical de Maestro António Vitorino d’Almeida; com Maria do Céu Guerra, Sérgio Moras, Rita Lello, Gil Filipe, Vasco Lello, Érica Galiza, Manuel Petiz e Maria Baltazar.

16 € – preço normal (ver descontos aplicáveis)

teatro
9 janeiro a 4 março 2026
Teatro Cinearte
Fonte: AgendaLX
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