(…) Os filmes que aqui programamos fazem parte da nosso imaginário colectivo, são, por assim dizer, 4 estações centrais numa viagem pela “memória do cinema”. De Eisenstein, para muitos o maior realizador de todos os tempos e um dos inventores do cinema moderno, a Hitchcock, que a cada filme se colocava um desafio e o ultrapassava, um dos cineastas mais inovadores de sempre, e, simultaneamente, com mais público, a Orson Welles, ‘gigante frágil’ como as suas personagens, com a sua ‘dose de loucura e a sua dose de genialidade’, como dizia Truffaut, que nos deu algumas das obras mais admiráveis e mais belas da história do cinema, e Stanley Kubrick, de quem Welles dizia que, entre a chamada ‘nova geração’, era um ‘gigante’. (Medeia Filmes)
Maria Leitão apresenta ao vivo o seu disco de estreia, Para onde vão as coisas perdidas. Este é o nome que ...
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