Artigo

 Regresso ao Futuro

António Zambujo > Torres Novas – Teatro Virgínia // Agir > Leiria – Teatro José Lúcio da Silva // Ana Moura > Oliveira do Bairro – Quartel das Artes // Aurea > Figueira da Foz – Centro de Artes e Espectáculos // Bárbara Tinoco> Albergaria-a Velha – Cineteatro Alba // The Black Mamba > Aveiro – Teatro Aveirense // Carolina Deslandes > Bragança – Teatro Municipal // Clã > Almada – Teatro Joaquim Benite // Camané > Cascais – Parque Palmela // D.A.M.A > Setúbal – Fórum Municipal Luísa Todi // Diogo Piçarra > Faro – Teatro das Figuras // Fernando Daniel > Estarreja – Cine-Teatro de Estarreja // Gisela João > Fafe  – Teatro Cinema de Fafe // Miguel Araújo > Caminha, Teatro de Valadares // Pedro Abrunhosa > Ovar – Centro de Arte de Ovar // Rita Redshoes > Lisboa – São Luiz Teatro Municipal // Salvador Sobral > Santarém – Teatro Sá da Bandeira // Samuel Úria > Lisboa – Cinema São Jorge // The Gift > Loulé – Cineteatro Louletano // Tiago Bettencourt > Castelo Branco – Cine-Teatro Avenida // Tiago Nacarato > Matosinhos – Cine-Teatro Constantino Nery

20 é o número mágico que vai voltar a ligar o som e a acender as luzes dos Teatros Municipais, resgatando-nos ao silêncio e ao afastamento a que a Covid-19 nos votou: no dia 20 de Junho de 2020, às 21H30, 21 artistas portugueses e 21 Teatros Municipais celebram o Regresso ao Futuro. Os bilhetes têm o preço único de 10€ e estão à venda a partir de terça-feira, 9 de Junho, nos locais habituais e nas bilheteiras dos Teatros.

Regresso ao Futuro reafirma a vocação decisiva dos Teatros Municipais para a sustentabilidade da cultura em Portugal, a sua importante contribuição para a circulação artística, agindo como um catalisador de esperança, resiliência e confiança para o público, sempre dentro das regras sanitárias em vigor.

É, simultaneamente, também um acontecimento solidário que une e mobiliza os Teatros Municipais, os artistas, as equipas técnicas, a organização da Sons em Trânsito e o público numa frente comum que culmina na entrega das receitas de bilheteira ao Fundo de Solidariedade para a Cultura, criado pela Audiogest (associação que representa produtores musicais) e GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas), destinado a todos os profissionais dos setores das artes.

O objetivo deste fundo é apoiar financeiramente, até ao limite das disponibilidades, profissionais (incluindo profissionais independentes e trabalhadores) do setor cultural, que se encontram a braços com uma crise sem precedentes, tantos deles arredados dos apoios públicos, precisamente fruto da precariedade estrutural do setor.

Tratar-se-á, não de um apoio à produção, mas de um verdadeiro auxílio solidário de emergência que procurará dar prioridade àqueles que têm maiores necessidades económicas. Em determinadas condições poderão ser apoiadas algumas empresas do setor, sempre com o objetivo e condição da manutenção dos postos de trabalho.

O público é ainda convidado a levar alimentos não perecíveis para entrega nos Teatros, que serão recolhidos e distribuídos pela União Audiovisual junto dos profissionais dos setores das artes que se encontram em situação de maior vulnerabilidade alimentar.

 

Regresso ao Futuro
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Fonte: sonsemtransito

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