Por ocasião da estreia em Portugal do Shimizu Tardio, empreendemos esta viagem pelas cinematografias do Extremo Oriente, começando precisamente pelo cinema japonês – dos clássicos aos nossos dias, e ao qual acrescentamos dois olhares exteriores, por João Mário Grilo e Wim Wenders – e pelo cinema contemporâneo sul-coreano – que tem obtido grande sucesso nos últimos anos, com vários prémios nos grandes festivais de cinema e é um dos mais produtivos do mundo. Curiosamente, Drive My Car, Oscar de Melhor Filme Internacional em 2022, do cineasta japonês mais importante dos nossos dias, Ryûsuke Hamaguchi, viaja entre os dois países. Medeia Filmes
Programa:
Viver – Ikiru, de Akira Kurosawa
Quando uma Mulher Sobe as Escadas, de Mikio Naruse
Os Amantes Crucificados, de Kenji Mizoguchi
Culpado – Inocente – Monstro, de Hirokazu Kore-Eda
Parasitas, de Bong Joon Ho
Drive My Car, de Ryûsuke Hamaguchi
O Gosto do Saké, de Yasujiro Ozu
A Romancista e o Seu Filme, de Hong Sang-soo
Evil Does Not Exist – O Mal não Está Aqui, de Ryūsuke Hamaguchi
Sem Alternativa, de Park Chan-wook
O Barba Ruiva, de Akira Kurosawa
Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa
Viagem a Tóquio, de Yasujiro Ozu
A Mulher que Fugiu, de Hong Sang-soo
O Fim do Outono, de Yasujiro Ozu
A Criada, de Park Chan-wook
O Verão de Kikujiro, de Takeshi Kitano
Roída até ao Osso, de Tai Katô
Dodeskaden – Pouca Terra… Pouca Terra, de Akira Kurosawa
Mulheres da Noite, de Kinuyo Tanaka
A Flor do Equinócio, de Yasujiro Ozu
Contos Cruéis da Juventude, de Nagisa Oshima
Senhora Ogin, de Kinuyo Tanaka
Os Olhos da Ásia, de João Mário Grilo
A Imperatriz Yang Kwei Fei, de Kenji Mizoguchi
Dias Perfeitos, de Wim Wenders
Poesia, de Lee Chang-dong
As Verdadeiras Mães, de Naomi Kawase
e outros títulos a anunciar.
Programa integral aqui



