Recentemente, Alex D’Alva Teixeira lançou o EP Livre, um trabalho que celebra a liberdade enquanto força criativa. São sete canções que exploram a eletrónica como um território de descoberta pessoal, cruzando pop com club culture e experimentação. A este movimento junta-se Rita Onofre, que lança este mês Bruta, um “manifesto emocional onde vulnerabilidade e poder coexistem em canções eletrónicas que tocam o espiritual e o físico”.
Os dois músicos juntam-se agora numa digressão de concertos que celebra a criação independente e a força de correr riscos em conjunto. Embora movidos por linguagens distintas, as suas visões complementam-se num diálogo artístico que poderá ser testemunhado ao vivo no Lux Frágil, no dia 26 de março.



