A casa no cinema, as casas no cinema, num ciclo em três partes que apresentaremos ao longo de março, abril e maio. (…) É um ciclo sobre (…) a casa como entidade narrativa, a casa dotada de uma anima de personagem não-humana, a casa como depósito de atributos simbólicos, que podem ser lineares mas também podem chocar entre si e criar uma contradição infinita – “a estrutura dupla e dúplice” de que fala João Bénard da Costa a propósito do Rebecca de Hitchcock, porventura o máximo filme sobre casas-personagem, casas animadas, e por isso o filme de abertura do nosso ciclo, para dar o mote. Cinemateca Portuguesa
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Fotografia: “Rebecca” de Alfred Hitchcock
Fonte: AgendaLX



