Autobiografia de Charlie Sheen, a estrela mundial de Platoon e Dois Homens e Meio, é publicada em Portugal a 14 de julho
Charlie Sheen teve uma carreira estratosférica e chegou a ser o ator de televisão mais bem pago do mundo até que os seus problemas de adição o levaram a abandonar Hollywood. Após uma prolongada ausência, e dez anos de sobriedade, a estrela norte-americana regressou às luzes da ribalta com o lançamento da sua autobiografia, onde reúne as memórias de uma vida extraordinária, oferecendo-nos um livre-trânsito de acesso aos bastidores do filme da sua própria vida.
A autobiografia de Charlie Sheen, a estrela mundial de Platoon e Dois Homens e Meio, será publicada em Portugal a 14 de julho, numa edição da LeYa/ Lua de Papel. Após um longo período de ausência, e uma década de sobriedade, Sheen – que chegou a ser o ator de televisão mais bem pago do mundo – regressou às luzes da ribalta com o lançamento da sua autobiografia. Escrita pelo próprio e sem filtros, a obra revisita a sua infância vivida entre filmagens e sets míticos – acompanhando o pai, Martin Sheen, na rodagem de clássicos como Apocalypse Now, e crescendo ao lado de amigos como os irmãos Sean e Chris Penn —, os bastidores de Hollywood, a ascensão meteórica do ator no cinema e na televisão e o duro caminho na superação da dependência de drogas e álcool. O Livro de Sheen já está disponível em pré-venda online.
“Podemos viver as histórias ou ouvir os outros a contá-las mais tarde. Eu escolho a primeira hipótese”, escreve Charlie Sheen no seu livro de memórias. Com uma voz única, um humor cortante e um estilo coloquial, quase cru, o autor oferece-nos aqui um livre-trânsito de acesso aos bastidores do filme da sua própria vida.
Depois de décadas agarrado a vícios de todos os tipos, do crack à tequila, passando pelos cremes de testosterona, Charlie Sheen ficou finalmente sóbrio em 2015. A estrela do filme Platoon e da série Dois Homens e Meio decidiu então ser um homem diferente e, três anos depois, como parte da recuperação, lançou-se na escrita de… O Livro de Sheen.
Recusando a ajuda de escritores-fantasmas, é pela sua própria voz – sem filtros ou embelezamentos literários – que nos narra uma vida extraordinária. A começar pelo nascimento, em que quase morreu estrangulado pelo cordão umbilical, e pela infância, vivida sempre em movimento: o pai, Martin Sheen, arrastou consigo a família a cada novo filme, de modo que o jovem Charlie cresceu em cenários de Hollywood (ou em sets como o de Apocalypse Now, nas Filipinas) e rodeado de amigos, como os irmãos Sean e Chris Penn, que, tal como ele, viriam a tornar-se estrelas mundiais.
Sheen teve uma carreira estratosférica e chegou a ser o ator de televisão mais bem pago do mundo, quando protagonizou Dois Homens e Meio. Mas foi ainda durante a rodagem dessa série que tudo começou a descambar – as adições e os escândalos conduziram-no a uma longa travessia no deserto. Esse percurso está todo no livro, os altos e baixos, desde as memórias de jogar pingue-pongue com O. J. Simpson, a perder a virgindade com uma profissional, passando pela overdose de cocaína a que sobreviveu por pouco. É tudo inacreditável e é tudo verdade.
A imprensa norte-americana e grandes estrelas de Hollywood renderam-se à autobiografia de Charlie Sheen. Numa recensão publicada no The New York Times, Michael J. Fox enalteceu o poder desta narrativa: “A história de Charlie Sheen, tal como é contada em O Livro de Sheen, é um viciante aviso à navegação e, surpreendentemente, um dos livros de memórias mais fixes que li até hoje. O Charlie é tão bom quanto isso, e deliciosamente retorcido.” No mesmo sentido, The Washington Post destaca o magnetismo irresistível do ator, sublinhando que “no livro, como na vida, é muito difícil dizer não a Charlie Sheen.” A par da Kirkus Reviews, que descreve a obra como “uma viagem esfuziante e sem remorsos ao longo de décadas de mau comportamento”, a Variety garante que “Charlie Sheen regressa triunfante às luzes dos holofotes… Contundente, profundamente pessoal e ao som de tambores a rufar.”
Filho de Martin Sheen, e irmão de Emilio Estevez, Charlie Sheen tornou-se conhecido em todo o mundo ao protagonizar filmes como Platoon – Os Bravos do Pelotão, Wall Street, Major League – O Ano Louco dos Índios, Rookie – Um Profissional do Perigo ou Sob Pressão e séries televisivas como Spin City (pela qual foi premiado com um Globo de Ouro) e Dois Homens e Meio. De seu verdadeiro nome Carlos Estevez, Sheen vive em Malibu, Califórnia, onde passou parte da infância e adolescência. Chegou a ser o ator mais bem pago do mundo a trabalhar em televisão, até que os seus problemas de adição o levaram a abandonar Hollywood. Depois de uma longa travessia do deserto, e dez anos de sobriedade, voltou às luzes da ribalta com o lançamento simultâneo da sua autobiografia e de um documentário biográfico na Netflix.
Traduzido do inglês por Patrícia Cascão, O Livro de Sheen chega às livrarias numa edição da LeYa/Lua de Papel com 384 páginas e um PVP de 19,90€.
Fonte: LeYa


