Artigo

O Castelo Surrealista de Mário Cesariny

A exposição celebra o centenário da figura mais importante do surrealismo em Portugal, Mário Cesariny (1923-2006), assinalando ainda a data histórica dos 100 anos da publicação do primeiro manifesto surrealista por André Breton, em 1924.

O Castelo Surrealista de Mário Cesariny, inspirou-se no livro que Mário Cesariny, trabalhando entre Lisboa, Paris e Londres, dedicou à vida e obra de Vieira da Silva e Árpád Szenes (1984). O próprio Cesariny fora buscar o seu título ao manifesto de Breton, na referência ao lugar imaginário no qual habitamos com todos aqueles, passados e presentes, que amamos e admiramos.

Esta exposição procurou, da mesma forma, pensar a obra de Cesariny no contexto alargado da genealogia (autoral, temporal, geográfica, disciplinar) que, para si mesmo (e para o Surrealismo) reclamou.

Na exposição procurou-se comemorar a sua vida e a sua obra poética e plástica no contexto dos tempos e obras díspares que reivindicava como fonte de inspiração, das obras que lhe foram coevas, dos artistas que conhecia, daqueles de quem foi companheiro ou de outros que prolongaram diálogos com a sua obra, mas também dos retratos que lhe foram feitos, das culturas que admirava, dos amantes que conheceu e dos objetos de que se rodeava.

Ficha técnica:

Curadoria de João Pinharanda, Afonso Dias Ramos e Marlene Oliveira (Fundação Cupertino de Miranda)

Quarta a segunda, das 10h às 19h

artes
Até 19 fevereiro 2024
MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia
Fotografia: Da série “Em casas como aquela”, 2014Créditos Duarte Belo
Fonte: AgendaLx
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