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Novo vinho Clandestino Cuvée EC+TN leva conceito da marca ainda mais longe

Referência do produtor de vinhos Caminhos Cruzados casa a frescura do encruzado com o frutado e floral da touriga nacional

Não é branco, não é tinto, nem é rosé. É cuvée e orgulhosamente Clandestino. Ainda mais do que os seus antecessores com a chancela Clandestino, já muito marcados por um registo irreverente e funcionando como um campo de ensaios dos enólogos Carla Rodrigues, Carlos Magalhães e Manuel Vieira.

Assim nasce o Clandestino Cuvée EC+TN, resultante de uma junção arrojada das duas castas rainhas da Região Demarcada do Dão, a branca encruzado e a tinta touriga nacional. Com uvas provenientes de duas parcelas da fértil Quinta da Teixuga, plantadas em solos graníticos, o vinho conheceu uma vinificação bem diferente dos trâmites tradicionais. Sobre uma base de películas de touriga nacional previamente desengaçadas, esmagadas e esgotadas, foi lançado mosto proveniente de uvas da casta encruzado e assim fermentaram em conjunto.

O aroma subtil e a frescura do encruzado encontraram-se com as notas de frutos vermelhos da touriga nacional para fazerem um vinho descomplicado e de fácil consumo, indicado para acompanhar a gastronomia oriental, sardinhas assadas ou frango no churrasco.

O Clandestino Cuvée EC+TC chega ao mercado acompanhado das novas colheitas do Clandestino Branco e Clandestino Tinto. O primeiro apresenta uma cor vincadamente amarela cítrica, muito aromático, com notas de maçã verde, abacaxi, manga, pêssego e notas florais. Na mesa, pede peixes grelhados, mariscos frios, ou pratos italianos. Já o Clandestino Tinto é exuberante, mostrando, contudo, grande elegância e harmonia. Bacalhau no forno, pratos de massa, carnes brancas e queijos leves são companhias perfeitas.

Sobre a Caminhos Cruzados

A Caminhos Cruzados surge pela iniciativa da família Santos, natural de Nelas, determinada a regressar às suas origens para investir numa antiga paixão, o vinho do Dão. A ligação ao vinho nasce nas gerações mais velhas, mas foi passada às jovens Lígia e Francisca, que desde cedo faziam as vindimas em família e entre amigos. A filosofia da empresa baseia-se na produção de vinhos de qualidade, com uma vertente de tradição aliada ao modernismo. É neste contexto que os vinhos da Caminhos Cruzados surgem como “O Novo Dão”. Em 2017, foi inaugurada a nova Adega, de arquitetura arrojada e que emerge das vinhas da Quinta da Teixuga. Recentemente, a Caminhos Cruzados passou a integrar o Grupo Terras e Terroir, detido pelos empresários Paulo Pereira, Maria do Céu Gonçalves e Álvaro Lopes.

Fonte: msimpacto.com

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