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Entre sofisticação e frescura: Os melhores rosés para o Verão 2026

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo traz de volta a mais recente vindima do Quinta Nova Rosé. Com uma técnica de prensagem de cacho que torna evidente a complexidade, frescura e textura deste vinho, os aromas revelam-se elegantes e complexos, com leves toques de frutos vermelhos frescos.

Luísa Amorim, CEO da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, afirma que a colheita deste ano resulta de uma “cuidada seleção da matéria-prima e apresenta a particularidade de vinificar em três diferentes tipos de recipientes (inox, cimento e barrica)”.

 

Este rosé, caracterizado pelo seu sabor profundo e vibrante, indicado para paladares exigentes, tem 32 mil unidades produzidas, engarrafadas em janeiro de 2026.

Nas várias quintas da Lavradores de Feitoria, também se produziram uvas, durante o ano de 2025, que deram origem a um novo rosé, o Altitude rosé. Das castas autóctones e vinhas com cerca de 20 anos das sub-regiões do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, surge o Lavra Altitude 2025, usando Touriga Franca e blend de castas autóctones. Criado pelo enólogo Paulo Ruão, este vinho, de perfil jovem, fresco e frutado, é um vinho descomplicado, perfeito para as refeições descontraídas de verão.

Assumidamente gastronómico, é um rosé com notas frutadas (morango, nuances de alperce, framboesa e cereja), de carácter jovem e elegante, perfeito para beber como aperitivo, com massas, tapas ou pizza. Leve e descomplicado, perfeito para criar memórias.

A cerca de 1 hora de Lisboa, está a Quinta de Chocapalha, de onde vêm os vinhos Chocapalha Reserva Rosé e o Mar da PalhaAmbos produzidos em vinhas com mais de 25 anos de idade, em cordão bilateral, resultam em produtos com o equilíbrio ideal entre a intensidade e a frescura.

Chocapalha Reserva Rosé, obtido através da prensagem direta, fermentado em barricas de carvalho francês e com um período de estágio em borras finas de cinco meses, este vinho adquire uma cor brilhante e chamativa. Os aromas intensos a laranja, framboesa e bergamota, resultam num sabor e uma textura suave e um final fresco, perfeito para acompanhar as longas noites de verão.

Já o Mar da Palha 2025 passou por um processo de fermentação em cubas de inox e baixas temperaturas para dar origem à cor salmão brilhante característica deste rosé. À prova, este vinho da Touriga Nacional e da Tinta Roriz é persistente e intenso, com as notas florais e de frutos vermelhos a seduzirem qualquer paladar.

Manoella Douro Rosé 2025 surge da colheita de 2025 da Wine&Soul, localizada no Vale de Mendiz, realizada a 8 de setembro. Plantadas a 450 metros de altitude e colhidas da vinha de Touriga Nacional com 45 anos de existência, as uvas que produziram este vinho foram cuidadosamente selecionadas, levadas a um processo de prensagem delicada e deixadas a fermentar durante quatro semanas a baixas temperaturas, seguidas de um estágio sobre borras finas durante um período de sete meses.

Todas estas condições permitem, segundo a produtora, preservar a tensão e linearidade, bem como a expressão aromática deste rosé, garantindo uma identidade que só um vinho da Wine&Soul poderia conseguir alcançar.

Este rosé, vindo da sub-região do Douro de Cima Corgo, com a sua cor rosa-pálido, apresenta-se elegante e equilibrado com os sabores a pêssego branco e casca de citrinos a trabalharem em conjunto com as ligeiras notas de frutos silvestres na criação da frescura característica dos vinhos desta região. À secura e acidez deste rosé, junta-se, ainda, uma persistência elegante e duradoura na boca.

A colheita de 2025, proporcionada pelos enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, deu origem a 12 260 unidades, de 750 ml, do Manoella Douro Rosé 2025.

Casa da Passarella, pelas mãos do enólogo Paulo Nunes, traz, também, de volta os seus imperdíveis vinhos rosé: O Fugitivo Rosado e A Descoberta Rosado, vindos da sub-região da Serra da Estrela, aproveitando o clima de montanha e o solo de tipo granítico para dar origem a dois históricos vinhos.

O Fugitivo foi originalmente pensado por Hellis, um enólogo francês que encontrou em Portugal um refúgio da II Guerra Mundial. Quase 100 anos depois, este clássico segue uma técnica de prensagem de uva inteira direta e de estágio em barrica de 500 litros durante um período de seis meses. Todo esse processo dá origem a um cor-de-rosa atraente, um aroma sereno e elegante, mas de excelente complexidade. As nuances florais juntam-se às sugestões de frutos como alperce, framboesa, romã e morango.

Já o Descoberta Rosado deve o seu nome vindo da misteriosa caixa encontrada em meados do séc. XX no interior de uma parede da Casa da Passarella. Com a sua vinificação em bica aberta e a fermentação num ambiente de temperatura controlada, adquire a sua cor salmão e o seu sabor com um perfeito equilíbrio entre a frescura e a acidez vibrante. Os aromas são, essencialmente, de frutas exóticas como o maracujá ou a manga, mas existem também pequenos toques de cereja e um final de boca refrescante e de longa duração, que lhe confere uma identidade bastante própria.

 

PVP’s recomendados:

Quinta Nova Rosé 25 (750 ml) – 15,33€

Lavra Altitude Rosé (750 ml) – 9,99€

Quinta Chocapalha Rosé 2025 (750 ml) – 18,99€

Mar da Palha Rosé 2025 (750 ml) – 8,15€

Manoella Douro Rosé 2025 (750 ml) –14,00€

A Descoberta Rosado2025 (750 ml) – 7,05€

O Fugitivo 2025 (750 ml) – 31,80€

 

Fonte: global-press.com

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