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D. Maria II assinala 100 anos da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro

No próximo dia 26 de fevereiro, sábado, às 15h, o Salão Nobre Ageas será palco de Malhereusement Amélie est née – uma carta de amor, uma iniciativa dirigida por Mónica Garnel e Inês Vaz, que assinala os 100 anos da criação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.

Amélia Rey Colaço desafiou, na vida e no seu percurso artístico, os lugares reservados às mulheres, nomeadamente de uma certa condição social. A par com o marido Robles Monteiro, também ator consagrado, formou a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, que viria a ter uma importância incontornável e a tornar-se uma das companhias com maior longevidade na História do Teatro Português do século XX. Ao longo de mais de 50 anos – dos quais 35 na direção do Teatro Nacional D. Maria II -, Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro desempenharam vários papéis na atividade da companhia, com força, determinação, ambiguidade, controvérsia, paixão, contradição e, sobretudo, amor.

Nesta comemoração, as atrizes Mónica Garnel, bisneta de Amélia Rey Colaço, e Inês Vaz juntam-se a um grupo de jovens recém licenciadas/os da Escola Superior de Teatro e Cinema, para evocar desejos, paixões e a memória da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, na iniciativa Malhereusement Amélie est née – uma carta de amor.

Esta celebração dos 100 anos da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro terá lugar no Salão Nobre Ageas, no Teatro Nacional D. Maria II, no dia 26 de fevereiro, sábado, às 15h. A entrada é gratuita sujeita à lotação disponível, sendo necessária reserva de lugares até 48h antes da sessão.

 

 

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