O verão pediu e o Cuco Maluco ouviu! Depois do branco, estreado há um ano, assim como esta nova marca, a Adega do Cartaxo lança agora o Cuco Maluco rosé, oferecendo uma dupla de vinhos jovens, frescos e leves, ideais para desfrutar em dias quentes e descontraídos. Com perfil assumidamente moderno (menos álcool) e divertido/maluco, o branco e o rosé são “cucos” responsáveis: vinhos com certificação de origem, feitos com uvas produzidas nas vinhas do Tejo e que dão corpo – e voz – às castas rainhas e emblemáticas da região, a Fernão Pires no branco e a tinta Castelão no rosé.
O Cuco Maluco Fernão Pires branco 2024 e o Cuco Maluco Castelão rosé 2025 (€2,69) são vinhos jovens, frescos e leves, para beber de forma descontraída, sem formalidade e compromisso, por prazer ou socialização, mas nunca em excesso. Vinhos para momentos simples, sem ocasião especial. Ideais para o dia-a-dia, para beber a solo, sem comida, ou a acompanhar saladas frias, omeletes, peixes ou mariscos. Com um teor alcoólico moderado a baixo, são bastante frescos e assumem aromas florais e frutados. As castas, naturalmente expressivas, oferecem uma experiência vibrante e versátil, perfeita para um público jovem e adulto. “Sem idade”, é uma boa opção para quem se inicia no consumo de vinho. Descomplicado é também o que a Adega do Cartaxo promete no momento de abrir a garrafa, tendo optado por se estrear na utilização de screw cap.
Produzido no Cartaxo, terra que tem nome de pássaro, assume também ele um nome de uma ave, alegre e divertida, como o vinho que apresenta. O cuco é uma ave migratória muito comum no Ribatejo e, especificamente, na zona do Cartaxo, durante a primavera e o verão, quando vem de África para nidificar. A região tem mosaicos agrícolas, matas e zonas abertas, ambientes favoráveis ao cuco, especialmente por conter áreas com vegetação densa, onde se pode esconder e onde há abundância de aves hospedeiras (como toutinegras), nas quais ele parasita os ninhos.
Fonte: joanapratas.com




