Realiza-se uma sessão especial do filme C’est pas la vie en rose, de Leonor Bettencourt. Antes da exibição há uma conversa com Raquel Freire, cineasta e argumentista; Inês Armada Brás, trabalha na área de IT, é Manager e Strategista, dedicando também o seu tempo a várias causas sociais e organização local; e Manuel Banza, urbanista e analista de dados, atualmente assessor da Presidência da Junta de Freguesia de Arroios. Trabalha nas áreas da mobilidade, habitação, espaço público e participação cidadã.
O filme aborda “o espírito do tempo lisboeta: gentrificação, absurdo e um toque de distopia. Uma cidade saqueada, transformada, e cada vez menos para os seus. O turismo, o imobiliário e o lucro tomam conta, enquanto os lisboetas assistem de lado — se é que ainda conseguem ficar. Isto é um falso documentário, uma sátira, uma forma de rir do que também nos dá vontade de chorar (muito). É português, mas podia ser em qualquer lado. Os géneros esbatem-se, as línguas misturam-se, e a mensagem é clara: estamos f\*didos!“
Abertura de Portas : 18h | Conversa: 18h30 | Filme: 20h30


