Uma camaleoa muda de cor para se camuflar, mediante o ambiente onde se encontra ou o seu estado emocional. Mas muitas vezes esta mudança acontece para defender o seu território e se tornar visível. Camaleoa surge a partir de testemunhos de trabalhadorxs do sexo e pretende dar voz a quem tem vivido à margem. Numa viagem poética, fala-se de percursos e trajetórias introduzindo o público num universo camuflado por crenças. “Mas quem é que definiu os parâmetros da dignidade? Eu decidi usar o meu corpo como uma armadura e deixar de ser uma vítima do sistema. Foi isso que aconteceu”
Ficha técnica:
Texto, criação e interpretação de Rita Pinheiro.


